Após goleada histórica para o Novorizontino, Palmeiras promete mudanças e intensifica busca por Nino e Arias.
- Wellison Veloso
- 21 de jan.
- 3 min de leitura

Foi traumático. Abel decidiu poupar jogadores para o clássico contra o São Paulo, Novorizontino fez o que quis. Goleada por 4 a 0 foi muito modesta. Palmeiras escapou de perder por mais.
Foi constrangedor.
O Palmeiras entregue, desmotivado, com o time, de novo modificado por Abel Ferreira.
Ele pensou no clássico contra o São Paulo e se esqueceu do Novorizontino.
O time do vivido Enderson Moreira se aproveitou de todo espaço oferecido, da falta de competitividade, da frouxidão palmeirense que, sem entrosamento, mostrou falta de rumo imperdoável.
4 a 0 para o time mediano interiorano foi imperdoável.
Os jogadores assistiam, sem convicção, e tensos, o Novorizontino construir o elástico placar. Não reagiram, nem pareciam estarem vestindo a camisa do Palmeiras.
Abek, que vem implorado por Arias, Almada e Nino, decidiu poupar Vitor Roque e Carlos Miguel. Além de o time se ressentir da inteligência e técnica de Andreas Pereira, contundido.
“As primeiras palavras que vêm à minha cabeça é pedir desculpas ao torcedor, que veio apoiar hoje. O que aconteceu hoje é uma vergonha, um time totalmente desconhecido dentro do campo, jogamos com medo, ninguém queria pegar a bola.”
São revelações importantes, saídas da boca do experiente Piquerez, que outra vez, jogou muito mal. Assim como o resto do time.
O grande parecia o Novorizontino.
O Palmeiras transparecia desentrosamento e insegurança.
“Não fomos competitivos, espero que possamos errar tudo nesse tipo de jogo. Sabemos a responsabilidade de representar o Palmeiras.
“Quando não somos competitivos nem nos mobilizamos mentalmente para esse tipo de jogo esse resultado pode acontecer. É só ver como sofremos os quatro gols, não é normal na nossa equipe.
“Uma derrota pesada, mas será uma derrota maior se não aprendermos com o que aconteceu aqui hoje.
“Para quando olharmos para a equipe, tem que ver há muitos lesionados e não estamos na máxima força. Ponto número um.
“Ponto número dois: já disse que vamos olhar os jovens, colocá-los à prova e vimos gols hoje que não podemos tomar. A responsabilidade de representar o Palmeiras é enorme. E sabemos o risco que é apostar na base.”
Foi constrangedor.
O Palmeiras entregue, desmotivado, com o time, de novo modificado por Abel Ferreira.
Ele pensou no clássico contra o São Paulo e se esqueceu do Novorizontino.
O time do vivido Enderson Moreira se aproveitou de todo espaço oferecido, da falta de competitividade, da frouxidão palmeirense que, sem entrosamento, mostrou falta de rumo imperdoável.
4 a 0 para o time mediano interiorano foi imperdoável.
Os jogadores assistiam, sem convicção, e tensos, o Novorizontino construir o elástico placar. Não reagiram, nem pareciam estarem vestindo a camisa do Palmeiras.
Abek, que vem implorado por Arias, Almada e Nino, decidiu poupar Vitor Roque e Carlos Miguel. Além de o time se ressentir da inteligência e técnica de Andreas Pereira, contundido.
“As primeiras palavras que vêm à minha cabeça é pedir desculpas ao torcedor, que veio apoiar hoje. O que aconteceu hoje é uma vergonha, um time totalmente desconhecido dentro do campo, jogamos com medo, ninguém queria pegar a bola.”
São revelações importantes, saídas da boca do experiente Piquerez, que outra vez, jogou muito mal. Assim como o resto do time.
O grande parecia o Novorizontino.
O Palmeiras transparecia desentrosamento e insegurança.
“Não fomos competitivos, espero que possamos errar tudo nesse tipo de jogo. Sabemos a responsabilidade de representar o Palmeiras.
“Quando não somos competitivos nem nos mobilizamos mentalmente para esse tipo de jogo esse resultado pode acontecer. É só ver como sofremos os quatro gols, não é normal na nossa equipe.
“Uma derrota pesada, mas será uma derrota maior se não aprendermos com o que aconteceu aqui hoje.
“Para quando olharmos para a equipe, tem que ver há muitos lesionados e não estamos na máxima força. Ponto número um.
“Ponto número dois: já disse que vamos olhar os jovens, colocá-los à prova e vimos gols hoje que não podemos tomar. A responsabilidade de representar o Palmeiras é enorme. E sabemos o risco que é apostar na base.”



