Diniz alerta para queda do Vasco no segundo tempo, mas destaca: "Primeiro tempo foi brilhante"
- Wellison Veloso
- 8 de ago. de 2025
- 2 min de leitura

Treinador também elogiou Rayan, apesar da queda de produção no segundo tempo: "Tem que se virar sem ninguém orientando"
O Vasco está classificado para as quartas de final da Copa do Brasil. Depois de um empate sem gols no jogo de ida, em Maceió, a equipe despachou o CSA com vitória por 3 a 1 nesta quinta-feira, em São Januário, e garantiu sua vaga na próxima fase da competição. Após a partida, o técnico Fernando Diniz ponderou o bom primeiro tempo e o segundo tempo abaixo da equipe. Além de, mais uma vez, elogiar Rayan.
— Sobre Rayan, hoje aconteceu de novo. O primeiro tempo dele foi bem melhor que o segundo. Em Mirassol, não, mas hoje aconteceu de novo. Quando ele vai pro lado de lá, tem que se virar sem ninguém orientando. Sobre o jogo, fizemos um primeiro tempo brilhante e no segundo caímos mais de produção do que devia.
Ainda analisando a partida, Diniz aproveitou para falar da produção ofensiva do Vasco na partida contra o CSA e também defendeu a atuação de Vegetti, que mais uma vez fez uma partida apagada.
— Hoje tivemos mais volume ofensivo em relação ao que vínhamos tendo. Tivemos 28 finalizações, fizemos três (gols). A gente tinha que ter feito mais. Foi um volume para fazer mais gols. Temos que aproveitar mais o volume que criamos.
— (Sobre Vegetti) Não atrapalha, ele ajuda o time. Não é só força ofensiva, ele é um grande artilheiro. Hoje ele não fez gol, mas marcou contra o Mirassol. Não sei quantos gols ele marcou comigo, mas um time que cria muito precisa de um grande artilheiro para finalizar as jogadas. Hoje ele não conseguiu finalizar as jogadas mas é um grande jogador para o time.
O Vasco se garante nas quartas de final da Copa do Brasil pelo segundo ano consecutivo, algo que não acontecia desde 2011. Agora tem a meta de sair da zona de rebaixamento do Brasileirão. Para isso, encara o Atlético-MG no domingo (10), às 16h, em São Januário.
Contato com os gandulas:
— Foi um gesto espontâneo de confraternizar com eles o momento antes de começar o jogo. Gosto desse tipo de gente. Gosto de fazer que todos se sintam importante"
O Puma como ponta é uma possibilidade?
— O Puma é uma possibilidade, já jogou assim. No fundo eu procuro colocar em campo os melhores jogadores. No Fluminense já cheguei a jogar com dois pontos, um na lateral e outro na ponta. Hoje aconteceu um pouco o contrário, foram dois laterais. Acho que o Puma é um jogador com muita qualidade, tem força física, é jogador de seleção. Fez uma partida muito boa contra o Mirassol. E o Paulo Henrique está muito bem. Hoje foi questão de colocar aqueles caras que eu acho que estão produzindo mais. E quando der para encaixar, como foi hoje, eu faço. Acho importante colocar aquilo que a gente tem de melhor em campo



