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Odair aponta ajustes necessários no Athletico e projeta recuperação: "Pelo caminho do amor ou da dor"



Treinador sofre a primeira derrota no comando do Furacão e reconhece a necessidade de ajustes


A derrota do Athletico para o Atlético-GO, por 1 a 0, na Arena da Baixada, acendeu um sinal de alerta para o técnico Odair Hellmann. O treinador, que sofreu sua primeira derrota no comando do time, reconheceu a necessidade de ajustes e apontou dois caminhos para a recuperação: "no amor ou na dor".


Odair não escondeu a dificuldade do processo de recuperação. Ele enfatizou a necessidade de aprender com a dor e encontrar rapidamente "remédios para curar a causa", mostrando a urgência em resolver os problemas do time.


É um processo difícil e que nós vamos ter que passar por ele. E tem dois caminhos: ou é no amor ou é na dor. E se é na dor, nós vamos ter que passar na dor, ter que conviver com essa dor e ter que ser melhores na dor. É isso que a gente vai fazer, é isso que estamos fazendo, acreditando no trabalho, acreditando no processo, mas buscando solução rápida — disse Odair.


O treinador tinha vencido por 1 a 0 o Athletic e ficado no empate por 2 a 2 contra o Operário-PR. Diante do Atlético-GO, não apenas perdeu a invencibilidade, como também foi expulso de campo e, por isso, não estará à beira do campo no compromisso pela 12ª rodada, contra o Remo.


Eu não vim aqui e vendi facilidade, né? Desde o primeiro dia, não disse que nós íamos ganhar todos os jogos. É claro que o revés não está dentro de nenhum planejamento. A responsabilidade é nossa de perder o jogo dentro de casa, sendo uma maior parcela minha como treinador. E nós temos que saber com bastante consciência que vamos ter que buscar esses pontos fora de casa. O campeonato ainda tem muitas rodadas — falou o treinador.


A derrota do Athletico veio de uma jogada de bola parada, algo que Odair afirmou ter sido exaustivamente trabalhado na semana. Aos quatro minutos, Alix conseguiu se desvencilhar da marcação e, de cabeça, garantiu a vitória do time goiano.


O treinador lamentou a "desatenção grande no movimento", a passividade da marcação e a falta de proximidade na bola parada, que permitiram ao zagueiro adversário correr e subir livremente.


 
 
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